Elísio

Agosto 13, 2009 por meninobaka

E finalmente minha banda estreiou nos palcos de São José dos Campos-SP. Fomos a 1º banda, abrindo pras bandas Ultrafônica (SJC), .50 (CWB) e Alarde (SP), num evento organizado pelo Movimento Cultural Independente (MCI).

Depois de quase um ano ensaiando, e com um gap de 28 dias sem ensaios devido a uma viagem do baterista Lagarto, podemos mostrar nosso trabalho totalmente autoral, e para a surpresa de todos, fomos muito bem recebidos pelo público em geral.  A presença dos amigos foi intensa, porém, vários outros que perderam alguns minutos em nossa apresentação vieram conversar com a gente e comentar o que achou.

Muito obrigado pra quem pode ir. Agora é ensaiar mais e fazer mais shows enquanto o EP não fica pronto.

Se você ficou curioso em conhecer a gente acesse nosso Myspace e veja alguns vídeos:

www.myspace.com/elisiobeer

www.fotolog.com/elisiobeer

Quick Death

Maio 18, 2009 por meninobaka

Hoje enquanto voltava de viagem de SP, soube que um chegado do meu serviço, que tava sempre por lá, morreu num acidente na Dutra: bebeu demais… alta velocidade… sem cinto de segurança e com a namorada = caixão lacrado, rapaz de 25 anos, bem de vida – namorada hospitalizada em estado grave.

é meus amigos… pensem bem… antes de qualquer coisa.

papo pro ar…

Abril 30, 2009 por meninobaka

Ultimamente acho que se fosse me definir seria algo como:

-viciado em tênis

-viciado em chocolate

-viciado em pedais de efeito

-adoro ficar só na cama deitado com minha menina

-extremamente viciado em tatuagem (já planejo mais umas 3)

-ando comprando cd’s pra ouvir um dia em casa, pois não tenho aparelho

-ando num ar de mudar o visual capilar facial a cada semana

-sem muito saco pra escutar novas bandas

-sem criatividade pra escrever

-louco pra terminar as gravações do EP

-bem chato como sempre

-com vergonha de ter comprado alguns cds antigamente (ainda bem que me desfiz de todos)

-com inúmeras vontades gastronômicas a todo momento

-meio de saco cheio com a aula de música (por isso vou parar)

-querendo aprender a tocar viola caipira

-com preguiça de terminar o outro pedalboard

-preguiça de praticar piano

-querendo usar o “rabo de raposa apaixonada” (ou capotraste) de novo em alguma música

acho que é só…

Cenas e Drogas

Março 18, 2009 por meninobaka

Existem 2 assuntos que eu queria comentar hj… primeiro é como se inverteu o cenários musical hc x metal brasileiro… e o outro é sobre a ONU começar a repensar sobre a legalização das drogas.

Há muito se falava como o cenário metaleiro brasileiro era competitivo. Bom, eu não acompanho essa cena, mas vou dar aqui meu ponto de vista. Acho que muito disso se dava a atenção que o próprio metal recebia no passado… há alguns anos atrás houve um boom metal, provocado pelo Angra, e também de bandas com vocal feminino(que ganhou grande atenção devido ao Evanescense que alavancou o Nightwish). As bandas não se ajudavam, e pouco se importava com o feeling, o legal era mostrar o quão bem vc tocava. Naquela época hardcore era para poucos. Hoje é totalmente ao contrário, não vejo quase nada sobre metal, tudo bem que eu não me aprofundo no estilo, mas antes pelo menos aqui em São José, era bem evidente. Nem mesmo os lançamentos esmagadores do ACDC e Metallica fizeram com que alguns bandas aparecessem…

Essa rivalidade eu vejo em bandas do cenário hc agora. Parece que todos já sacaram a fórmula Bonadio de dar certo, e todos querem tentar o seu. O que eu vejo é novamente a mesma coisa: pouco feeling e mais cópias. E cada banda quer passar por cima da outra, afinal todas fazem a mesma linha de som e querem ser destaques. Acaba se tornando algo ridiculo de se ver. Na moral, acho que letras sentimentais o Brasil já tem que nem água. Desde sempre em qualquer estilo… Acho que muito se esqueceu de que brasileiro gosta é de novidade, pra que competir usando as mesmas armas, estilos e sons? Porque um metaleiro frustrado aceita entrar numa banda de pop rock pra fazer riffs e solos chulé pra ganhar dinheiro. O lance é que a galera tá com medo de botar a cara pra bater.

Uma vez entre uns chegados, tinha um gringo. Estavamos numa roda de violão tocando as musicas que a gente curtia, quando ele disse: “Ei faça umas bases ae pra gente começar um Jam” Aquilo me abriu a mente. Porque o brasileiro fica tocando covers, enquanto os gringos tocam apenas o que sentem e sabem fazer? É daí que saí as boas músicas… criar… firular… em cima do que você sabe, e não em cima do estilo que você curte… acho que essa linha de pensamento traria bons frutos pras muitas bandas. Ou seja, toque o que você sabe tocar, que vem de dentro, não importa se o que você está fazendo é primário ou simples demais, ou se sua letra é tosca. O importante é quando as pessoas te verem tocando sentirem que aquilo está vindo de dentro… e o mais importante de tudo… amadureça seu som antes de mostra-lo ao mundo.

Isso eu aprendi agora, com minha própria banda. Apesar de querer tocar feito um demônio da Tasmânia, eu sei que esse período de incansaveis ensaios e acertos é totalmente favorável… pois parece que a música vai amadurecendo e crescendo mesmo… não é apenas aquela coisa primata e juvenil de antes.

Se você tem uma banda, pense nisso. Será que vale mesmo a pena tocar algo sem coração apenas porque está na moda? Porque você não começa uma nova moda?

Pra variar eu sempre acabo perdendo um pouco a linha de racíocinio da parada toda.

Ontem eu li a Veja, eu acho, que tinha uma matéria sobre a ONU começar a repensar a questão da legalização das drogas. Pelos estudos, parece que o consumo só aumenta, independente de quanto dinheiro é investido em campanhas e afins. Bom, nada novo pra mim, já que cada vez mais o mundo está mais dificil de se viver, as pessoas acabam querendo buscar cada vez mais as valvulas de escape. Ou mesmo o fato da curiosidade, o ser humano é um ser curioso por natureza, quanto mais se ouve falar das drogas, mais se interessam pelos seus efeitos.

Pra mim o lance seria mesmo legalizar, a fim de regularizar, e acabar com o tráfico. Um dos caras mais ricos do mundo, segundo a FORBES é um traficante. Lógico, o cara vende a droga por 1.500 e acaba rendendo 150.000… esse lucro exorbitante acaba compensando qualquer tipo de perda em apreensões. Pensem comigo, ao legalizar a droga, o tráfico teria que revender mais barato que o mercado. OK. Mas a proporção de pessoas que comprariam do tráfico seria MUITO menor. Diminuíria tão drasticamente que aí sim, a polícia ia conseguir conter e manter o tráfico. Afinal, grande parte dos consumidores das drogas tem perfeitas condições de comprar algo legalizado, como um cigarro ou cerveja. Lógico que essa questão não é tão simples assim. Com a legalização muitas pessoas novas passariam a usar drogas…

Mas vejo muito preconceito… afinal cigarro e bebidas também são drogas… enfim… é uma questão muito foda… mas que me deixou bem pensativo hoje.

E outra novidade é o blog da meu amor recém formado:

5 Coisas Aleatórias

Visitem!

SP Trip

Março 2, 2009 por meninobaka

Uou… Esse final de semana eu passei em São Paulo, muito bem por sinal… Fazia tempo que tava querendo passar por lá… Com a notícia que meus pais não viajariam mais, eu pude ir numa boa, na certeza que minha vó não ficaria sozinha em casa. E assim foi, ao sair do serviço às 17h, já corri pra casa me arrumar pra pegar o ônibus das 6h45.

Mochila pronta, tudo pronto, busão gelado de ar condicionado, e 1h depois já é. Devido ao cansaço da semana e todos, na sexta nem rolou nada baladistico, porém fomos comer um burrito (na Toloco) na Augusta… Enquanto os emos e hc de plantão faziam a balada na rua com seus modelitos muitas vezes ridículos, eu degustava um Burrito Texano com a maior fúria… e tava muito bom por sinal. No sábado, enquanto meu amor ia ao curso de dublagem com sua irmã, eu rumei a galeria do rock, comprar ingressos pra show (Dead Fish + Zander + Good Intentions + Garage Fuzz) e novos alargadores… E só. Não achei nenhuma camiseta de meu interesse… A Estrondo faliu… Nenhum cd interessante a um preço chamativo… Mas também não tava no clima desse tipo de compra… já tinha suado demais na busca por um banco Real ou Itaú aberto ali no centro… depois de 30min no sol eu consegui achar um Unibanco(que felizmente se fundiu com o Itaú) e consegui tirar um quantidade mínima de dinheiro para as compras já desejadas a um bom tempo.

Podre, suado e nojento, rumei pra Consolação me refrescar no shopping enquanto esperava as duas chegarem. Rumamos pra um restaurante vegan (Vegency) também na Augusta… Onde ranguei a vontade por 15 reais… Comi umas 3 vezes… Depois do almoço nada como passear pra fazer a digestão… Fomos a Galeria Ouro Fino, onde eu não conhecia… Varias lojas de marcas… Algumas com preços mais acessíveis do que o preço Joseense… Fora que a variedade de marcas e novidades da Terra do Tio Sam eram grandes… Mas meu orçamento não permite, e meu guarda-roupa não suporta mais essas merdas… Mas pra quem curte bonés e tênis como eu, esse lugar é um perigo.

Uma rápida passada na livraria Cultura e vamos tomar um sorvetinho vegan? Muito bom, aliás… O fato do sorvete não usar leite comum deixa ele mais leve e refrescante… Barriga gelada, calor infernal, só nos resta descansar pra balada iminente. Soninho bom. Banho tomado, fome estalando, fomos ao Pedaço da Pizza. Mandei uma de palmito extremamente crocante e saborosa e um ½ chocolate altamente viciante. Uma andadinha pra digerir e chegamos na FunHouse. Já tinha ouvido falar muito dessa balada… De inicio até me desapontei, mas depois que engrenou foi foda… Pena a Denise ter se enjoado literalmente da luz piscante… O set tava só de rock 00’s dançantes… A Sakerinha de Carambola tava delicinha… O ambiente não fica no bafo… Tava tranquilo e relativamente fresco. Saímos de lá 5h da matina na manha… Depois de um cochilo nos sofás zebra. Morri e acordei com o sol e calor do dia mais quente em SP esse ano.

Fui matar meus bixos de Takoyaki na feirinha. Malditos bolinhos cremosos de polvo e camarão. Comi 6 na manha…. E mais outras delicias…. Hora de ir ver o Story of the Year… Antes algumas bandas que insistem em fazer e tocar a mesma coisa… Uma pena… Boa parte da rapaziada toca bem… Mas a criatividade fica em outro planeta… Pude conferir o show do Gloria, que foi terminado por causa de uma treta galera vs banda. Apesar do som já popeado pra atender aos requisitos Bonadio, boa parte das musicas estava boa, tirando uma introdução chupada de Stare at the Sun do Thrice. Mas o que eu queria comentar sobre esse show é que, não vejo nenhum problema deles amenizarem o som pra ir pra mídia, afinal isso querendo ou não, vai abrir um puta espaço pra sons mais pesados e berrados, assim como o CPM abriu espaço pro hc anos atrás. Porém a partir do momento que vc se sujeita a ser “major” criticas em relação à banda/estilo/afins vão vir à tona a todo o momento… E ficar puto/terminar show talvez não seja uma resposta madura em relação a esse tipo de coisa.

Enfim, depois de um bom tempo de regulagem, começa o esperado show do SOTY. Eu particularmente não ouvia e assimilava a banda a tempos, mas não tinha como negar que sempre pagava pau pra performance nos vídeos e sabia que os cds eram porradas, porém meio repetitivos… Porem, os caras sabem como ganhar publico com um show daqueles. O som do Santana Hall (um pico de samba e pagode) me surpreendeu e muito. Tava perfeito… Cristalino… Ouvia tudo… E todos. O trio de cordas é fodido… Não para no palco… Alternam posições… Pulam a todo momento… Giram… E rolou até mortal de cima dos amplis depois de uma troca aérea de guitarras. Conseguem imaginar isso? Foi foda demais essa parte. O vocal, pra minha alegria e apreciação, não desafinou em nenhum momento e berrou como nos cds… Sem vacilar… O batera é um caminhão. Pronto… Show ganho… Set cheio de pedrada e hits… Galera na roda trucidando… fodido. Fui pra casa lavado… Sabendo que tinha assistido uma das bandas mais fodas da atualidade…

E tamo ae… Rumo ao próximo show foda…

Figurinhas do Role:

- Rodrigo do Dead Fish andando de Skate na Paulista…

- Barros do Envydust tomando um cervejinha na esquina…

- João do Gloria e Tavares da Fresno na FunHouse…

Agora me expliquem, pq essa rapaziada gosta de usar essas calças que colam até o útero? Fica muito ridículo…. viva os gordinhos.

Enquanto a brisa sopra na janela…

Fevereiro 6, 2009 por meninobaka

Pra começar, se o Pasquali pode usar a ortografia antiga até dezembro de 2012, eu também usarei.
Hoje ao mastigar meus sucrilhos pela manhã vendo o jornal, mais uma notícia sobre drogas sendo achadas no correio e em contêineres. Toneladas e mais toneladas das mais variadas drogas, indo e vindo, sendo apreendidas e consumidas todos os dias.
As televisionadas, proibidas, e quantas outras liberadas e até mesmo incentivadas pela própria mídia. Me pergunto quando as propagandas de cerveja sairão do ar, como a de cigarros. E não é só cerveja, e os remédios e iogurtes pra fazer a galera defecar a todo o momento. Na minha opinião, não sou chegado a auto-medicação, que acaba se tornando um vicio, quantas pessoas não devem ficar enchendo a cara de Doril? E quanto aos iogurtes e a prisão de ventre, faça exercícios e mude a sua alimentação, se isso não ajudar, vá a um postinho ou médico.
Mas o ser humano sempre, desde a antiguidade, sempre precisou de uma droguinha. Alguns não outros sim. Sempre em busca daquele prazer momentâneo ou duradouro, pelos mais diversos motivos.
Eu não sou a favor nem contra as drogas. Aceitos os efeitos medicinais e prazerosos que elas proporcionam. O que sou totalmente contra é a dependência. Eu me espelho em mim mesmo. Por exemplo, depois de uma semana de trabalho cansativa, eu aprecio o fato de juntar os amigos e tomar uma cerveja e relaxar e dar boas risadas. Faço isso em algum dia, em outro eu fico junto à namorada e a família. Se fosse qualquer outra droga também… Afinal o consumo foi moderado e individual. Já o lance de não agüentar esperar o fim de semana pra ficar louco todos os dias e pirar, eu acho uma total falta de respeito com a mente, corpo, alma e família.
Antes você ia ao bar com seus amigos e trocava uma idéia. Agora o bar se tornou apenas o local de encontro pra uma escapadinha pra droguinha. Esse tipo de atitude, mistura de toxinas, é o que causa as merdas todas que geram o preconceito. Falo nesse tipo de atitude de um modo geral. Eu mesmo já fiz muitas vezes isso, mas também não me considero usuário de porra nenhuma, e consigo facilmente parar com qualquer coisa que eu faça, como a cervejinha do fim de semana.
Aprovo totalmente o efeito “abridor de mentes” de certas drogas, como o LSD. Geralmente o efeito causado é uma visão de um outro ponto de vista sobre tudo, e não apenas diversão e risadas sobre tudo. Acho que certas drogas deveriam ser usadas em clinicas de psicologia, pois ajudaria muito no tratamento e na quebra de paradigmas e conceitos estabelecidos pela sociedade em nossas mentes. A reflexão que certas drogas proporcionam são geralmente profundas, e o efeito positivo só vem quando essas conclusões são usadas para o bem geral, e para a própria evolução do ser. De que adianta fazer a cabeça, refletir, e nada mudar?
Mas mais do que qualquer droga que cause qualquer dano, o que o mundo precisa é objetivo. Nas escolas ensina-se que estudar é preciso. Ok é mesmo. Mas pra que? Ganhar dinheiro? Acho que o individuo tinha que crescer tentando sempre achar seu objetivo na vida e assim focar no que realmente acredita. Focar-se nas drogas pra mim é coisa de vagabundo. “Pra que você nasceu?” Uma vez me fizeram essa pergunta, não soube responder. Hoje acho que nasci pra ser feliz e fazer aqueles ao meu redor felizes também. E tentar sempre mostrar e ajudar aos outros em busca de seus objetivos. Nasci pra poder botar meu talento e o que sei fazer de melhor em prol de todos.Certas pessoas nascem pra serem médicas, engenheiras, outras apenas o fazem pelo bem estar que essas e outras carreiras proporcionam. Não deixa de ser uma droga.
Pense nisso, pense em o que você quer fazer quando crescer. Em qual é o seu objetivo nesta vida. Pense se sua vida agora, não está tornando a vida de outras pessoas (pais, amigos, familiares) desagradável. Talvez você na esteja no caminho certo. Tente sempre fazer o que você gosta, e não o que dizem que é bom pra você. Tente viver sempre da forma mais humana e natural possível, livre de qualquer coisa. Tente pensar.
Nos dias de hoje as pessoas não pensam, não concluem, não planejam, não sonham. Parece que não tem tempo. O tempo está ali. Será que você quer realmente sair naquela sexta cansada? Não seria melhor tomar um banho, relaxar e sair pra andar e pensar na vida?
Reflexão.
Esse texto é uma divagação muito pessoal. Talvez seja de algum valor pra alguém ou não. Talvez ninguém nem leia, devido ao seu tamanho e a mudança progressiva de assuntos. Mas é como dizem, às vezes é preciso expurgar certos pontos de vistas e opiniões. Pra que eu mesmo leia e tire minha própria conclusão concreta sobre os temas. Sem querer parecer culto, sem querer mais nada. Esse é um dos objetivos do ano: escrever, pensar, refletir -> fazer.

O povo adora as carpas…

Janeiro 7, 2009 por meninobaka

E a crise chega chegando.
Esse ano comecei o ano totalmente diferente literalmente.
Trabalhava em SP, na Peugeot, por uma empresa terceirizada, e fui cortado de SP. Mas felizmente tive alguma outra opção, coisa que vários não tiveram, eu podeira mostrar meu trabalho na Argentina.
Ok, aceitei de imediato. Mas ao pensar forte, e ao rever todo o meu discurso durante o ano, seria algo totalmente contraditório. Pra que eu pagaria aluguel, trabalharia feito um camelo, não teria dinheiro, e já ia sabendo que não tinha esperanças de nada concreto. Pra que?
Respondo da mesma forma que respondo quem acha que eu cometi uma loucura: “Entre me foder aqui e lá, prefiro me foder por aqui mesmo.”

Agora trabalho com meu pai, em algo que já tinha feito de leve durante as férias, e que acabei gostando. Não tenho salário fixo, mas tenho liberdade, não bato crachá, não tenho horarios, e posso focar em meus planos e sonhos.
É uma pena que uma mínima parte das pessoas que tenho contato não entendam esse ponto de vista.
Mas finalmente saí desse círculo de projeto/mecânica. Um círculo interessante, porem que com o passar dos anos se torna apenas uma corrida ao pote de ouro. Na verdade todo mundo só quer ganhar mais e ter sempre mais. Uma merda. Um lugar onde reina a falsidade e que as pessoas mudam a cada semana. Em quem confiar num ambiente desses?
Nunca estive tão em paz com um serviço novo.

Ano passado vi pessoas correrem atras de seus sonhos e desistirem, vi pessoas que começava a considerar que seriam bons amigos e vi que de nada elas valiam, vi amigos se transformando em coisas realmente inexperadas.
É meus caros, começo a ver a vida passar.

No entanto, neste novo ano, nesta nova etapa, enchergo que as verdadeiras amizades, aquelas antigas, de infância, estão lá…

Que esse seja um bom ano para todos.

Obrigado aos inumeros comentários, mesmo que 98% deles seja pedindo informações ou fotos de tattoos… não os culpo, afinal, eles foram encaminhados pros posts de tattoo pelo google.
ehehehehehehhe mas para infelicidade geral, eu não tenho mais fotos, e nem sou eu o tatuado. As pessoas deviam se aprofundar mais em suas buscas pelo Google, e aí achariam facilmente tudo o que me pedem, mas é muito mais facil pedir do que procurar né?

Não sei mais o que escrever… queria ter feito um post maior…. mas…

The Get Up Kids

Novembro 21, 2008 por meninobaka

garaThe Get Up Kids é uma banda indie de rock americano. Formado em Kansas City, Missouri, em 1995. Depois de ler a notícia que eles voltaram esse mês e planejam uma turnê para 2009, não tinha como eu não falar dessa banda fenomenal, que foi modelo pra muitas outras que vieram depois. Uma das bandas pioneiras ao integrar um tecladista, fazendo assim a diferença e originalidade num mar de mesmices. Letras profundas e sinceras, um instrumental que começou bem adolescente, mas ao decorrer dos anos, mostrou extremo profissionalismo e técnica, coisa esquecida nas bandas atuais. Leiam e divirtam-se.

The Early Years (1995-1997)

O vocalista e guitarrista Matt Pryor escrevia canções desde que era um adolescente. Ainda no colégio, Ryan Pope, Rob Pope, e Jim Suptic formaram uma banda de curta duração conhecida como Kingpin, e Matt Pryor foi tocando em uma banda chamada Secret Decoder Ring.

Após o desaparecimento das duas bandas em 1995, foi formado o TGUK. A banda originalmente planejava chamar-se “The Suburban Get Up Kids”, até que houve a idéia do nome começando com a letra ‘G’ pois já existiam muitas bandas com nomes começando com a letra ‘S’, e que, portanto, eles estavam mais propensos a serem notados em uma loja de discos se o seu nome começa-se com um ‘G’.

Nessa altura, a banda era Matthew Pryor, Jim Suptic, Robert Pope, e Nathan Shay. Pryor e Suptic se conheceram fazendo shows, e estando em diferentes bandas de Kansas City. Em 1995, Pryor, Suptic, e o amigo Kevin Zelko lançaram “Shorty/The Breathing Method”, o primeiro 7″ pela Huey Proudhon Records, porém, devido a uma relutância em turnê, Shay foi substituído pelo irmão mais novo de Robert Ryan em abril de 1996.

A banda começou a tornar-se cada vez mais conhecida na cena de Kansas City, formando um forte relacionamento com bandas como o Rocket Fuel is the Key, Coalesce e Braid. Depois de “Shorty”, a banda também disponibilizou “A Newfound Interest in Massachusetts”, bem como um Split 7″ com o Coalesce produzido por Ed Rose intitulado “Burned Bridges/I’m Giving Up on This One”. Cada banda fez um cover um do outro em seu próprio estilo. Coalesce fez um post-hardcore de “Second Place”, e o TGUK fez um power-pop da canção “Harvest of Maturity”. Pouco mais tarde, a banda assinou com a Doghouse Records, onde lançaram seu primeiro EP, Woodson.

Four Minute Mile (1997-1998)

Após a assinatura com a Doghouse, a banda foi a Chicago para gravar seu debut álbum com produtor Bob Weston. O álbum foi gravado em apenas dois dias, depois de sair da escola na sexta-feira, e terminando na madrugada de domingo de manhã. Eles gastaram os dois anos seguintes excursionando com outras bandas como The Promise Ring, Braid e Jimmy Eat World.

O álbum trouxe muita atenção para a banda, e começou uma guerra entre vários lances de selos maiores, incluindo Sub Pop, Geffen e Mojo Records. A banda inicialmente assinou com a Mojo, mas logo se tornou infeliz quando o selo solicitou que eles regravassem “Don’t Hate Me” do Four Minute Mile, dando a sensação de que o selo acreditava que era “o melhor que [eles poderiam] escrever”.

No entanto, logo depois a banda foi retirada do selo quando a Mojo Records se fundiu com a Universal Records. Pouco mais tarde, eles assinaram com a então desconhecida Vagrant Records.

Something to Write Home About (1999-2001)

No começo de 1999 a banda disponibilizou Red Letter Day, o último lançamento da banda pela Doghouse Records. Após o lançamento, começaram a gravar seu segundo álbum de estúdio em Los Angeles em junho de 1999 com o produtor Alex Brahl. Antes de o álbum entrar em produção, o co-proprietário da Vagrant Records, John Cohen, teve que emprestar dinheiro de seus pais, que hipotecaram as suas casas, para financiar a produção do álbum. Em 21 de setembro de 1999 a banda lança “Something to Write Home About”. O álbum sozinho fez a Vagrant se encabeçar entre os maiores selos indie do país.

Não só o álbum, mas como o TGUK se tornou a banda padrão emo, e lançou o gênero para um público mais vasto. Além disso, a adição de Dewees e a implementação dos teclados, fizeram com que eles fossem uma grande diferença e novidade para a cena punk.

The Get Up Kids excursionou incansavelmente para promover o álbum, passando pela Europa, Japão e Austrália, excursionando com bandas como Green Day, The Anniversary, Koufax, Hot Rod Circuit, Jebediah, Weezer, Ozma, e muitas outras.

Antes de seu próximo álbum, TGUK disponibilizou uma compilação de raridades, o Eudora, em 2001, que consistia de B-sides, raridades e cover lançados desde a formação da banda.

On a Wire e Guilt Show (2002-2004)

Maio de 2002 marcou o lançamento do terceiro álbum de estúdio On a Wire, produzido por Scott Litt, mais conhecido por seu trabalho com REM e Nirvana. O álbum viu a banda assumir um novo estilo, com novos arranjos e ritmos. Assim como Something to Write Home About foi criticado pelos fãs por ser um álbum mais bem produzido, On Wire foi criticado por fãs que ficaram desapontados com a suave direção musical do álbum.

No entanto, a má recepção do álbum teve um grande impacto sobre a popularidade generalizada da banda como um todo. Em entrevista à Revista AP, o vocalista Matt Pryor considerou que a dramática mudança no estilo de On a Wire impactou seriamente a dinâmica adquirida em Something to Write Home About, permitindo que mais tarde bandas como o Dashboard Confessional, ganhar uma grande parte dos fãs que o TGUK já tinha acumulado.

Em março de 2004, a banda lançou o seu quarto e, o qual seria, seu último álbum estúdio, Guilt Show, produzido por Ed Rose. O álbum foi marcado por um regresso ao seu som antigo, com uma direção mais adulta.
O álbum foi o primeiro álbum a ser gravado no Black Lodge Studios, o estúdio de gravação em Eudora, Kansas,  renovado e de propriedade da banda e do produtor Ed Rose. O álbum foi bem menos colaborativo que seus trabalhos anteriores, sendo muitas canções escritas e arranjadas pelo vocalista Matt Pryor, em seguida, foram enriquecidas pelo resto da banda.

Durante grande parte da pré-produção, Jim Supticsaiu em sua lua-de-mel, e Dewees quase não foi envolvido no processo de escrita, em grande parte devido ao seu divórcio. No entanto, este deu aos irmãos Pope, um papel mais substancial, eles escreveram mais do que nos álbuns anteriores.

Breakup (2004-2005)gara2

O Uptown Theater foi o local do último show dos TGUK. Durante a turnê de Guilty Show, as tensões entre os membros da banda começaram a aumentar.

A mulher de Matt Pryor tinha dado à luz recentemente ao seu primeiro filho, então ele queria passar mais tempo em casa. Na data de uma turnê na Inglaterra, as tensões chegaram no limite e, após uma reunião do grupo, a banda rompeu-se. No entanto, eles decidiram terminar suas turnês programadas, que incluiu a Honda Civic Tour de 2004.

Depois que a turnê terminou, eles não tocaram juntos como uma banda até o próximo mês de Janeiro, durante um show no Granada Theater em Lawrence, Kansas, para comemorar seu décimo aniversário. O álbum foi gravado e liberado em maio como o primeiro e único álbum ao vivo.

Na terça-feira, 8 de março de 2005, TGUK anunciou que, após dez anos de estrada, eles acabariam.

Após o Breakup (2005-2008)

Depois que a banda tocou seu último show, os integrantes continuaram a se envolver no cenário musical de várias maneiras. Rob e Ryan Pope e tomaram cargo da Black Lodge Studios e também tocaram com o Koufax. Rob também tocou baixo para a banda White Whale e grupo indie rock Spoon.

Matt Pryor continuou com o The New Amsterdams, um grupo de country/folk/acústico ele formou em 2000. A par disso, ele também formou o The Terrible Twos, uma banda de crianças que lançou dois álbuns na Vagrant Records. Em julho de 2008, ele também lançou Confidence Man, seu álbum solo.

Jim Suptic formou o Blackpool Lights com antigos membros do Butterglory e The Creature Comforts. Ele é também um dos co-fundadores da Curb Appeal Records, uma gravadora em Kansas City, que disponibilizou o álbum de estréia dos Blackpool Lights, This Town’s Disaster, bem como álbuns dos Smoking Popes e The New Amsterdams.

James Dewees continuou com seu projeto: Reggie and the Full Effect. Após o breakup Dewees excursionou nas turnês do New Found Glory como o tecladista. Após uma breve turne de abertura para o Hellogoodbye, em 2006, ele ingressou no My Chemical Romance como o tecladista em sua turnê mundial de 2008. Após voltar da turnê, ele lançou o quinto album de seu projeto, Last Stop: Crappy Town, seguido de uma breve turne pela America.

Reunião (2008-Presente)

Enquanto Dewees estava em turnê com seu projeto, ele estava insinuando uma reunião dos TGUK para comemorar os dez anos de aniversário do segundo álbum da banda Something to Write Home About. De acordo com relatos, Dewees também confirmou que a banda iria voltar a relançar o álbum, incluindo um DVD contendo um documentário retrospectivo. No entanto, quando perguntado sobre o boato, Matt Pryor negou tudo.

Entretanto, Dewees continuou a especulação quando ele declarou em uma entrevista que ele queria trabalhar sobre o reencontro de uma “banda da década de 90 e início dos 2000’s.” A reunião foi finalmente confirmada em um post oficial do blog The Kansas City Star, que confirmou rumores de que a banda iria tocar em um show surpresa no The Record Bar, em Kansas City em 16 de novembro de 2008.

A reunião foi oficialmente anunciada no show de sexta-feira, 14 de novembro, junto com a confirmação oficial do álbum de re-lançamento e uma turnê nacional em 2009.  O show teve recorde de publico no domingo, 16 de novembro de 2008, no Kansas City Bar.

gukInfluência

The Get Up Kids tiveram um impacto duradouro sobre a cena musical, com muitas figuras proeminentes, citando-os como inspiração e admiração. O Blink-182 Mark Hoppus, é um fã, tendo proposto a sua esposa em casamento com a canção Get Up Kids “I’ll Catch You”.

Os membros do Fall Out Boy foram fortemente influenciados por toda a banda, particularmente o álbum Four Minute Mile. Em 2005, em uma entrevista com a AP Magazine, o baixista do Fall Out Boy, Pete Wentz declarou que o “Fall Out Boy não seria uma banda se não tivesse existido The Get Up Kids”.

A banda de New Jersey, Midtown tem afirmado em entrevistas que eles foram fortemente influenciados por The Get Up Kids, assim como a banda The Early November. A banda Hellogoodbye em 2007, dois anos após o fim dos TGUK, convidou James Dewees e Matt Pryor no palco para um cover de Action & Action.

Discografia

1997 Woodson EP

1997 Four Minute Mile

1999 Red Letter Day EP

1999 Something to Write Home About

2001 Eudora

2002 On a Wire

2004 Guilt Show

2004 iTunes Sessions EP

2005 Live! @ The Granada Theater

Links
http://en.wikipedia.org/wiki/The_Get_Up_Kids

http://www.thegetupkids.com/

http://www.myspace.com/thegetupkids

Post dedicado ao grande amigo, baterista e parceiro de longas conversas e pensamentos, Ricardo Lagarto, que, apesar de eu ter lhe mostrado a banda, hoje é muito mais fã que eu.

E que venha o relançamento do Something to Write Home About com DVD.

Deusa Benten (ou Benzaiten)

Novembro 12, 2008 por meninobaka

benzaiten-store-near-thmg-4Deusa japonesa do amor, eloqüência, sabedoria, artes, música, conhecimento, boa sorte e água. Ela é a padroeira das gueixas, dançarinos e músicos. Originalmente ela era uma deusa do mar e das águas, cuja imagem era deixada em muitos locais perto de lagos.

Benten é retratado como uma bela mulher, montada em um dragão tocando um instrumento com cordas. Ela tem oito braços e têm em suas mãos uma espada, uma jóia, um arco, uma flecha, uma roda, e uma chave. Suas mãos restantes estão unidas em oração. Mas também pode ser representada com apenas dois braços tocando um alaúde.

Dizem que ela é indicada para evitar terremotos, sendo adorada em muitas ilhas, especialmente a ilha de Enoshima. Benten, também chamada de Benzaiten, é originalmente de origem hindu e está associada com Sarasvati (que significa “água corrente” e, portanto, representando os fluxos), a deusa indiana da música e da sabedoria.benzaiten-metal-buddhist-artwork

Benzaiten é a única mulher entre os Sete Deuses da Sorte do Japão. Seus templos e santuários são quase invariavelmente sempre perto de água – o mar, um rio, ou de uma lagoa. A jóia que carrega concede desejos, alguns dizem que é uma jade, enquanto outros dizem que é uma pérola.

benten-hase-outsideDe acordo com uma lenda, um dragão marinho destruiu metade da ilha de Enoshima até que Benten se casou com ele, devido a isso, muitas vezes é representada como uma bela mulher com o poder de assumir a forma de uma serpente, ou um dragão.

Seu primeiro templo foi construído em Enoshima por Minamoto Yoritomo, o fundador do Xogunato Kamakura. Mais tarde, Ieyasu Tokugawa fez do templo da deusa na ilha o local oficial de reza da família. Durante a Restauração Meiji, por causa dessa ligação íntima com o Xogunato Tokugawa, todas as construções budistas de Enoshima foram completamente destruídas.

A idéia desse artigo surgiu logo após ler este artigo AQUI.

Kinyoubi

Outubro 18, 2008 por meninobaka

Yey… como sempre, nunca posto, mas quando posto eu vomito.

No post anterior mais Yusuke Nakamura. Eu já tenho tatuado uma arte dele no peito, e agora pretendo fazer uma manga usando mais de sua arte, que é linda.

Essa semana foi uma boa semana musical. Finalmente saiu o single novo do Ajikan, que tá muito bom como sempre, e que vc confere trafuzido AQUI.

Baixei também o cd da Fernanda Takai. Já é até velho, mas não tinha tido interesse em ouvi-lo ainda. É bem gostosinho, as batidas são que nem J-pop.

Baixei tbm as 4 songs do Little Joy, muito fodas. Mas incrivel como é facil fazer musica boa e virar um hype, é simples: faça musica nova com o jeitão mais antigo que vc puder. Pronto. Mas zoação a parte, é bem foda, e por coincidência, minha cunhada também fez um post recente sobre eles AQUI.

E tbm tive ótimas noticias do fodíssimo Thrice, o qual me faz remoer essa alta do dolar. Além de um cd solo novo do Dustin, apenas com músicas natalinas (ele já tinha dado uma palhinha em alguns videos antigos no Youtube), eles tbm vão lançar um box triplo com cd duplo mais DVD, tudo muito foda e louco. Agora é rezar pra baixar o dólar pra eu me dar de natal essa delícia. Confira essas notícias mais completas AQUI.

Pra finalizar uma foto retirada do Google Earth, do amado trampinho novo. Descubram onde é.