Se tem uma banda, que eu acho que deveria ter mais importância é o Rx Bandits. Pra quem tem um gosto de som um pouco mais variado, é uma ótima pedida.
Desde que os conheci, por volta de 2002/2003, eu tenho acompanhado a evolução da banda. Com Progress eu pirei em suas melodias ska/reggae e musicas punk-rock. Em The Resignation, viajei nas bases quebradas e velocidade dos riffs de guitarra. E em …And the Battle Begun, eles trouxeram a bagagem adquirida no projeto The Sound of Animals Fighting, e juntaram com o que já sabiam fazer.
Os resultados são musicas psicodélicas, com frases atuais de paz, amor e consciência. Rx Bandits esta na minha lista de bandas que fazem um som antigo com uma roupagem atual e completamente sincera, sem hypes.
Vocês podem conferir uma ótima resenha em portugues do ultimo cd aqui
Infelizmente, o Rx Bandits não é muito conhecido no Brasil, e esse ano eles fizeram uma turnê pela Venezuela, se tivéssemos uma boa base de fãs, poderíamos ter visto um show deles por terras brazucas. Uma pena. Por isso então, começo aqui, varias traduções do Wikipedia sobre bandas interessantes, que acrescentem conteúdo e mostrem evolução, sem ser modinha ou hype. Enquanto, não crio uma conta Wiki, posto aqui.
Rx Bandits é uma banda de cinco integrantes de Seal Beach, Califórnia. Seu estilo musical é uma eclética mistura de ska, punk, rock, reggae, rock progressivo e fusion.
Histórico
A banda foi formada em 1996 em Orange County, Califórnia. Inicialmente conhecidos como The Pharmaceutical Bandits, em 1997 lançaram independentemente Those Damn Bandits, a banda ganhou uma reputação. Quando a banda assinou com a pop/punk Drive-Thru Records, encurtou seu nome para Rx bandits e lançaram três álbuns, “Halfway Between Here And There”, “Progress”, e “The Resignation”. Seu quinto álbum, “…And The Battle Begun”, foi lançado pela Mash Down Babylon Records, selo do líder da banda, Matt Embree.
Eles excursionaram com varias bandas da Drive-Thru como New Found Glory, Something Corporate e Finch, bem como The Bloodhound Gang, Reel Big Fish, The Format, Polysics, DESA, Catch 22, Big D and the Kids Table, The Starting Line, Days Away, Men, Women & Children, I Am The Avalanche, Nurses, The Exit, Slow Gherkin, Gym Class Heroes, The English Beat e Keziah Jones and Fayuca.
Eles também tocaram no Vans Warped Tour, Bonnaroo Music and Arts Festival, Hofstra University’s Music Fest 2007 e The Bamboozle.
Discografia
Those Damn Bandits
Em 1997, lançaram Those Damn Bandits, o seu primeiro álbum, que foi uma regravação de uma demo anterior, excluindo “Sleepy Tyme” e “High Skool” e incluindo quatro novas músicas e uma faixa secreta. Ele foi originalmente lançado através da Antedote Records, mas a Drive-Thru Records assinou com a banda pouco tempo depois e comprou os direitos para o Those Damn Bandits.
Halfway Between Here and There
Em Halfway Between Here and There a banda decidiu explorar novos estilos, mas continuou mantendo seu ska-roots e ao mesmo tempo explorando um pouco mais da distorção do punk rock.
O sucesso do álbum foi resultado de uma turnê bem-sucedida com The Bloodhound Gang, New Found Glory e Reel Big Fish.
Halfway Between Here and There teve sua primeira prensagem vendida rapidamente após 1998. Em 1999, o álbum foi relançado com uma nova faixa, 2 faixas remasterizadas e novo encarte, já sob o novo e mais simples nome: Rx bandits.
Entre Halfway Between Here and There e seu próximo lançamento, Progress, o baixista Franz Worth e o saxofonista Noah Gaffney sairam da banda. Worth foi substituído por James Salomone que tocava na banda My Superhero. A posição do Gaffney foi deixada em aberto.
Progress
Com Progress de 2001, a banda mudou ainda mais, deixando de ser apenas uma banda de ska. Progress envolvia elementos do punk, reggae e hardcore, e já mostrava os primeiros flashes da natureza progressiva, que mais tarde viria a definir a banda. O álbum contém a canção “Analog Boy”, que é um de seus dois videoclipes. A banda consistia de Embree, Tsagakis, Balling, Salomone, e o álbum incluía uma série de convidados, incluindo o ex-membro Noah Gaffney.
Pouco após o lançamento do álbum, Chris Sheets juntou-se a banda tocando trombone, assim como Steve Choi (ex-The Chinkees) na guitarra e teclados. Choi tinha tocado teclado nas demos para o Progress, mas quando chegou a hora de gravar, eles decidiram usarem Choi ao invés de Rich Zahniser da The Hippos, que estava em turnê na época. O trombonista Chris Colonnier também tinha tocado antes com a banda, como Zahniser. Enquanto eles tinham ganhado dois novos membros, James Salomone e Rich Balling deixaram a banda. Eles tinham muitas opções para Salomone, tendo como mais notável, Johnny Tsagakis, irmão mais novo de Chris, mas acabou que Joe Troy, um amigo de longa data de Embree, que ajudou a escrever a canção “What if?” em Halfway Between Here and There, ingressou na banda como baixista. Balling foi substituído pelo saxofonista Steve Borth, que tinha tocado anteriormente na popular banda ska-punk Link 80. Com essa formação, Embree, Tsagakis, Sheets, Choi, Troy e Borth, a banda iria criar seus 2 próximos álbuns.
The Resignation
Lançado em 2003 em formato CD/DVD. A produção do álbum foi única para a banda; guitarras, baixo, bateria, metais e teclados foram gravados em estúdio e ao vivo, tendo permitido um número limitado de takes para cada parte, sendo que o que foi gravado era deixado como era, sem edições. Embree dividiu as letras com Steve Choi, considerando que ele tinha sido anteriormente responsável por todo o material da banda.
Musicalmente, o álbum continua a mistura de gêneros do Progress, experimentando mudanças de tempo não convencionais. As letras são abertamente políticas, e permitiu a banda evoluir ainda mais a partir de ska-punk.
Um assunto que o baterista Chris Tsagakis comentou em uma entrevista com a Skratch Magazine durante o período:
“Uma pessoa de mente fechada definitivamente irá ver uma banda com metais e pensar que se trata apenas de uma banda de ska. Eu realmente não insistirei com essa pessoa, porque sei que o que estamos a fazendo transcende gêneros. Nós fazemos música, e nós somos uma banda que tem metais. Eu nunca iria classificar esta banda em qualquer rótulo. Nós fazemos música, e nós temos metais, teclados e tudo mais.”
A capa do álbum é uma composição original chamada “Predictable” por Aaron Nagel, um artista da Bay Area e membro da Link 80 e DESA.
Após o sucesso de The Resignation, a banda encontrou tempo para projetos paralelos.
…And the Battle Begun
…And the Battle Begun foi inicialmente lançado on-line em 24 de junho de 2006 e disponível para a compra foi feita durante US Tour 2006. O título do álbum é referente a uma poesia de Lord Byron, em que a frase aparece repetidas vezes.
O álbum era para ser lançado em 2005 através da Drive-Thru Records (com 1 álbum faltando em seu contrato), mas, por razões não especificadas, a banda cortou o contrato com a Drive Thru, provocando uma delonga na data de lançamento. Finalmente livre de qualquer complicação jurídica, o CD foi disponibilizado on-line através da MDB Records em datas especificadas da Tour. Oficialmente ele estreou em lojas de varejo em outubro de 2006, após a turnê de lançamento do CD pra promover o álbum.
Musicalmente, o álbum esta mais distante do reggae/ska e mais perto do rock progressivo. A banda novamente incorporou tempos mais complexos e usou novos instrumentos. Notavelmente, Embree utilizou uma guitarra Fender Stratocaster, antes ele usava uma Gibson Les Paul; o tom de diferenças entre os dois instrumentos acrescenta outra camada de complexidade ao som da banda. As letras passeiam entre o uso de medicamentos prescritos, mulheres ficando poderosas, e de anti-violência. A canção “A Mouth Full of Hollow Threats” contém ainda uma interpolaçãocom a letra de Bob Dylan – “Masters of War” e de uma provável referência a Jimi Hendrix da famosa citação sobre a paz, “Quando o poder do amor supera o amor do poder, o mundo deve conhecer a paz“.
Tal como The Resignation, a arte do álbum foi feito por Aaron Nagel, que pintou o seu trabalho no estúdio de gravação, enquanto a banda gravava o álbum.
Em 28 de junho de 2006, a banda anunciou que através de sua página no MySpace que o saxofonista e back-vocal Steve Borth tinha deixado o Rx Bandits para prosseguir a sua própria banda, Satori. Este anúncio surgiu em meio a Summer Tour 2006 US, para surpresa de muitos fãs. Borth tocou seu último show com o Rx Bandits na terça-feira, 27 de junho de 2006, no Bowery Ballroom, em Nova York.
Em conjunto com a Refused TV, os Bandits gravaram um vídeo para a música título…And the Battle Begun.
DVD
Rx Bandits Live: Vol. 1
Em 2004 foi lançado um DVD ao vivo filmado durante muitos shows. Foi um dos primeiros lançamentos da Embree’s Mash Down Babylon Records (aka MDB Records). O dvd contém a performance da canção Up to No Good, a única canção gravada durante as sessões do The Resignation que não foi incluída no álbum, assim como filmagem da banda trabalhando no álbum em estúdio. Durante o slide shows do DVD, a música do fundo é realizada por Apotheke, projeto paralelo de vários membros da banda.
Tags: psicodelia, reggae, rock, Rx Bandits, ska

Junho 2, 2008 às 7:29 pm |
Muito interessante a matéria, cara. A banda realmente tem um estilo único, não se parece nem de longe com qualquer outra banda. A partir dessa matéria irei me aprofundar mais no som dos caras, e torcer por uma nova turnê sulamericana…uma que passe por aqui. Abraço!
Junho 2, 2008 às 11:41 pm |
Muito bacana seu blog! =]
Junho 3, 2008 às 5:09 pm |
Bem loco, gostei da dica do wordpress! bom o rx ta no wikipedia agora maisgente pode conhecer!
Junho 4, 2008 às 10:26 pm |
Po RX e foda mesmo nesses tempos estão vindo varias bamdas pra cá bem q eles poderiam vir também …….
Setembro 1, 2009 às 9:24 pm |
Realmente essa banda é duca,ainda bem que ainda não bombou no brasil,senão iria virar mais uma banda pop explorada pela midia.agenda da banda:
2009-10-01 – Rio De Janeiro, Brazil
2009-10-02 – Criciuma, Brazil
2009-10-03 – Curitiba PR, Brazil
2009-10-04 – Sao Paulo, Brazil