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Elísio

Agosto 13, 2009

E finalmente minha banda estreiou nos palcos de São José dos Campos-SP. Fomos a 1º banda, abrindo pras bandas Ultrafônica (SJC), .50 (CWB) e Alarde (SP), num evento organizado pelo Movimento Cultural Independente (MCI).

Depois de quase um ano ensaiando, e com um gap de 28 dias sem ensaios devido a uma viagem do baterista Lagarto, podemos mostrar nosso trabalho totalmente autoral, e para a surpresa de todos, fomos muito bem recebidos pelo público em geral.  A presença dos amigos foi intensa, porém, vários outros que perderam alguns minutos em nossa apresentação vieram conversar com a gente e comentar o que achou.

Muito obrigado pra quem pode ir. Agora é ensaiar mais e fazer mais shows enquanto o EP não fica pronto.

Se você ficou curioso em conhecer a gente acesse nosso Myspace e veja alguns vídeos:

www.myspace.com/elisiobeer

www.fotolog.com/elisiobeer

The Get Up Kids

Novembro 21, 2008

garaThe Get Up Kids é uma banda indie de rock americano. Formado em Kansas City, Missouri, em 1995. Depois de ler a notícia que eles voltaram esse mês e planejam uma turnê para 2009, não tinha como eu não falar dessa banda fenomenal, que foi modelo pra muitas outras que vieram depois. Uma das bandas pioneiras ao integrar um tecladista, fazendo assim a diferença e originalidade num mar de mesmices. Letras profundas e sinceras, um instrumental que começou bem adolescente, mas ao decorrer dos anos, mostrou extremo profissionalismo e técnica, coisa esquecida nas bandas atuais. Leiam e divirtam-se.

The Early Years (1995-1997)

O vocalista e guitarrista Matt Pryor escrevia canções desde que era um adolescente. Ainda no colégio, Ryan Pope, Rob Pope, e Jim Suptic formaram uma banda de curta duração conhecida como Kingpin, e Matt Pryor foi tocando em uma banda chamada Secret Decoder Ring.

Após o desaparecimento das duas bandas em 1995, foi formado o TGUK. A banda originalmente planejava chamar-se “The Suburban Get Up Kids”, até que houve a idéia do nome começando com a letra ‘G’ pois já existiam muitas bandas com nomes começando com a letra ‘S’, e que, portanto, eles estavam mais propensos a serem notados em uma loja de discos se o seu nome começa-se com um ‘G’.

Nessa altura, a banda era Matthew Pryor, Jim Suptic, Robert Pope, e Nathan Shay. Pryor e Suptic se conheceram fazendo shows, e estando em diferentes bandas de Kansas City. Em 1995, Pryor, Suptic, e o amigo Kevin Zelko lançaram “Shorty/The Breathing Method”, o primeiro 7″ pela Huey Proudhon Records, porém, devido a uma relutância em turnê, Shay foi substituído pelo irmão mais novo de Robert Ryan em abril de 1996.

A banda começou a tornar-se cada vez mais conhecida na cena de Kansas City, formando um forte relacionamento com bandas como o Rocket Fuel is the Key, Coalesce e Braid. Depois de “Shorty”, a banda também disponibilizou “A Newfound Interest in Massachusetts”, bem como um Split 7″ com o Coalesce produzido por Ed Rose intitulado “Burned Bridges/I’m Giving Up on This One”. Cada banda fez um cover um do outro em seu próprio estilo. Coalesce fez um post-hardcore de “Second Place”, e o TGUK fez um power-pop da canção “Harvest of Maturity”. Pouco mais tarde, a banda assinou com a Doghouse Records, onde lançaram seu primeiro EP, Woodson.

Four Minute Mile (1997-1998)

Após a assinatura com a Doghouse, a banda foi a Chicago para gravar seu debut álbum com produtor Bob Weston. O álbum foi gravado em apenas dois dias, depois de sair da escola na sexta-feira, e terminando na madrugada de domingo de manhã. Eles gastaram os dois anos seguintes excursionando com outras bandas como The Promise Ring, Braid e Jimmy Eat World.

O álbum trouxe muita atenção para a banda, e começou uma guerra entre vários lances de selos maiores, incluindo Sub Pop, Geffen e Mojo Records. A banda inicialmente assinou com a Mojo, mas logo se tornou infeliz quando o selo solicitou que eles regravassem “Don’t Hate Me” do Four Minute Mile, dando a sensação de que o selo acreditava que era “o melhor que [eles poderiam] escrever”.

No entanto, logo depois a banda foi retirada do selo quando a Mojo Records se fundiu com a Universal Records. Pouco mais tarde, eles assinaram com a então desconhecida Vagrant Records.

Something to Write Home About (1999-2001)

No começo de 1999 a banda disponibilizou Red Letter Day, o último lançamento da banda pela Doghouse Records. Após o lançamento, começaram a gravar seu segundo álbum de estúdio em Los Angeles em junho de 1999 com o produtor Alex Brahl. Antes de o álbum entrar em produção, o co-proprietário da Vagrant Records, John Cohen, teve que emprestar dinheiro de seus pais, que hipotecaram as suas casas, para financiar a produção do álbum. Em 21 de setembro de 1999 a banda lança “Something to Write Home About”. O álbum sozinho fez a Vagrant se encabeçar entre os maiores selos indie do país.

Não só o álbum, mas como o TGUK se tornou a banda padrão emo, e lançou o gênero para um público mais vasto. Além disso, a adição de Dewees e a implementação dos teclados, fizeram com que eles fossem uma grande diferença e novidade para a cena punk.

The Get Up Kids excursionou incansavelmente para promover o álbum, passando pela Europa, Japão e Austrália, excursionando com bandas como Green Day, The Anniversary, Koufax, Hot Rod Circuit, Jebediah, Weezer, Ozma, e muitas outras.

Antes de seu próximo álbum, TGUK disponibilizou uma compilação de raridades, o Eudora, em 2001, que consistia de B-sides, raridades e cover lançados desde a formação da banda.

On a Wire e Guilt Show (2002-2004)

Maio de 2002 marcou o lançamento do terceiro álbum de estúdio On a Wire, produzido por Scott Litt, mais conhecido por seu trabalho com REM e Nirvana. O álbum viu a banda assumir um novo estilo, com novos arranjos e ritmos. Assim como Something to Write Home About foi criticado pelos fãs por ser um álbum mais bem produzido, On Wire foi criticado por fãs que ficaram desapontados com a suave direção musical do álbum.

No entanto, a má recepção do álbum teve um grande impacto sobre a popularidade generalizada da banda como um todo. Em entrevista à Revista AP, o vocalista Matt Pryor considerou que a dramática mudança no estilo de On a Wire impactou seriamente a dinâmica adquirida em Something to Write Home About, permitindo que mais tarde bandas como o Dashboard Confessional, ganhar uma grande parte dos fãs que o TGUK já tinha acumulado.

Em março de 2004, a banda lançou o seu quarto e, o qual seria, seu último álbum estúdio, Guilt Show, produzido por Ed Rose. O álbum foi marcado por um regresso ao seu som antigo, com uma direção mais adulta.
O álbum foi o primeiro álbum a ser gravado no Black Lodge Studios, o estúdio de gravação em Eudora, Kansas,  renovado e de propriedade da banda e do produtor Ed Rose. O álbum foi bem menos colaborativo que seus trabalhos anteriores, sendo muitas canções escritas e arranjadas pelo vocalista Matt Pryor, em seguida, foram enriquecidas pelo resto da banda.

Durante grande parte da pré-produção, Jim Supticsaiu em sua lua-de-mel, e Dewees quase não foi envolvido no processo de escrita, em grande parte devido ao seu divórcio. No entanto, este deu aos irmãos Pope, um papel mais substancial, eles escreveram mais do que nos álbuns anteriores.

Breakup (2004-2005)gara2

O Uptown Theater foi o local do último show dos TGUK. Durante a turnê de Guilty Show, as tensões entre os membros da banda começaram a aumentar.

A mulher de Matt Pryor tinha dado à luz recentemente ao seu primeiro filho, então ele queria passar mais tempo em casa. Na data de uma turnê na Inglaterra, as tensões chegaram no limite e, após uma reunião do grupo, a banda rompeu-se. No entanto, eles decidiram terminar suas turnês programadas, que incluiu a Honda Civic Tour de 2004.

Depois que a turnê terminou, eles não tocaram juntos como uma banda até o próximo mês de Janeiro, durante um show no Granada Theater em Lawrence, Kansas, para comemorar seu décimo aniversário. O álbum foi gravado e liberado em maio como o primeiro e único álbum ao vivo.

Na terça-feira, 8 de março de 2005, TGUK anunciou que, após dez anos de estrada, eles acabariam.

Após o Breakup (2005-2008)

Depois que a banda tocou seu último show, os integrantes continuaram a se envolver no cenário musical de várias maneiras. Rob e Ryan Pope e tomaram cargo da Black Lodge Studios e também tocaram com o Koufax. Rob também tocou baixo para a banda White Whale e grupo indie rock Spoon.

Matt Pryor continuou com o The New Amsterdams, um grupo de country/folk/acústico ele formou em 2000. A par disso, ele também formou o The Terrible Twos, uma banda de crianças que lançou dois álbuns na Vagrant Records. Em julho de 2008, ele também lançou Confidence Man, seu álbum solo.

Jim Suptic formou o Blackpool Lights com antigos membros do Butterglory e The Creature Comforts. Ele é também um dos co-fundadores da Curb Appeal Records, uma gravadora em Kansas City, que disponibilizou o álbum de estréia dos Blackpool Lights, This Town’s Disaster, bem como álbuns dos Smoking Popes e The New Amsterdams.

James Dewees continuou com seu projeto: Reggie and the Full Effect. Após o breakup Dewees excursionou nas turnês do New Found Glory como o tecladista. Após uma breve turne de abertura para o Hellogoodbye, em 2006, ele ingressou no My Chemical Romance como o tecladista em sua turnê mundial de 2008. Após voltar da turnê, ele lançou o quinto album de seu projeto, Last Stop: Crappy Town, seguido de uma breve turne pela America.

Reunião (2008-Presente)

Enquanto Dewees estava em turnê com seu projeto, ele estava insinuando uma reunião dos TGUK para comemorar os dez anos de aniversário do segundo álbum da banda Something to Write Home About. De acordo com relatos, Dewees também confirmou que a banda iria voltar a relançar o álbum, incluindo um DVD contendo um documentário retrospectivo. No entanto, quando perguntado sobre o boato, Matt Pryor negou tudo.

Entretanto, Dewees continuou a especulação quando ele declarou em uma entrevista que ele queria trabalhar sobre o reencontro de uma “banda da década de 90 e início dos 2000’s.” A reunião foi finalmente confirmada em um post oficial do blog The Kansas City Star, que confirmou rumores de que a banda iria tocar em um show surpresa no The Record Bar, em Kansas City em 16 de novembro de 2008.

A reunião foi oficialmente anunciada no show de sexta-feira, 14 de novembro, junto com a confirmação oficial do álbum de re-lançamento e uma turnê nacional em 2009.  O show teve recorde de publico no domingo, 16 de novembro de 2008, no Kansas City Bar.

gukInfluência

The Get Up Kids tiveram um impacto duradouro sobre a cena musical, com muitas figuras proeminentes, citando-os como inspiração e admiração. O Blink-182 Mark Hoppus, é um fã, tendo proposto a sua esposa em casamento com a canção Get Up Kids “I’ll Catch You”.

Os membros do Fall Out Boy foram fortemente influenciados por toda a banda, particularmente o álbum Four Minute Mile. Em 2005, em uma entrevista com a AP Magazine, o baixista do Fall Out Boy, Pete Wentz declarou que o “Fall Out Boy não seria uma banda se não tivesse existido The Get Up Kids”.

A banda de New Jersey, Midtown tem afirmado em entrevistas que eles foram fortemente influenciados por The Get Up Kids, assim como a banda The Early November. A banda Hellogoodbye em 2007, dois anos após o fim dos TGUK, convidou James Dewees e Matt Pryor no palco para um cover de Action & Action.

Discografia

1997 Woodson EP

1997 Four Minute Mile

1999 Red Letter Day EP

1999 Something to Write Home About

2001 Eudora

2002 On a Wire

2004 Guilt Show

2004 iTunes Sessions EP

2005 Live! @ The Granada Theater

Links
http://en.wikipedia.org/wiki/The_Get_Up_Kids

http://www.thegetupkids.com/

http://www.myspace.com/thegetupkids

Post dedicado ao grande amigo, baterista e parceiro de longas conversas e pensamentos, Ricardo Lagarto, que, apesar de eu ter lhe mostrado a banda, hoje é muito mais fã que eu.

E que venha o relançamento do Something to Write Home About com DVD.

ORESKABAND – Ore Ska Band

Julho 6, 2008

ORESKABAND (オレスカバンド) é uma jovem banda de Sakai,Japão, composta por seis garotas, que faz uma mistura de Ska com o J-Rock, usando a habitual trinca do rock: guitarra, baixo e bateria, mas também com a adição de instrumentos metais, sax, trombone e trompete, resultando num estilo que elas denominam de ska rock.

Antes da atual formação, em 2003, TOMI, Tae-SAN e SAKI e formaram uma banda com outros amigos. Ao deixar a banda, Tae-SAN, juntamente com IKASU formou uma nova banda. Mas não durou muito tempo, durante o ensino fundamental, antes de se tornarem o sexteto de garotas teen: ORESKABAND. Elas começaram a tocar em clubes locais e a rapidamente construir uma base de fãs, com seu enérgico show.

Elas começaram a gravar o seu material próprio e lançaram seu primeiro álbum, PENPAL, em 2005. Aos 15 anos de idade, cada uma delas, conseguiu cerca de $200 dólares para gravar o primeiro álbum, vendendo-o nos shows que elas faziam. Foi deste álbum, juntamente com os shows e aparições, que ajudou a expandir seus fãs fora de sua cidade natal. Após conseguirem a atenção da A&R reps, ORESKABAND assinou com a Sony Music do Japão em 2006, enquanto ainda estavam na escola secundária (equivalente ao ensino médio brasileiro).

Em 2006, o sexteto fez uma jogada excepcional, não apenas utilizaram sua canção Hana Ska Dance para um comercial de TV, da guloseima POCKY, mas as meninas também foram filmadas tocando em um trem se locomovendo, para o comercial. Isso ajudou a ganhar reconhecimento nacional, mostrando o doce som ska-pop, juntamente com a personalidade de cada integrante tocando as suas animadas musicas.

Enquanto conciliavam a vida de estudantes e artistas, elas lançaram o mini-álbum Ore, em março do mesmo ano. Elas tiveram a oportunidade de trabalhar com a lenda do trombone no ska, Rico Rodriguez, em uma homenagem no tributo JAPARICO ~ RICO RODRIGUEZ MEETS JAPAN, com um cover de uma musica clássica do ska: MONKEY MAN.

Ore foi lançado e rapidamente recebeu uma aclamação maciça da crítica. Na seqüência do lançamento do álbum, elas realizaram um show no prestigiado festival anual, FUJI ROCK FESTIVAL, onde atraíram 1000 visitantes, um recorde para os novos artistas como elas.

A sua popularidade ainda está crescendo no Japão, mas a banda não quer parar por aí. Em março de 2007, ORESKABAND participaram do Japan Nite Tour que incluiu performances em Austin’s SXSW Music Festival e em Los Angeles e San Francisco. Apenas alguns meses depois, a banda lançou um álbum intitulado ORESKABAND na América e tocar na Expo Anime, em Long Beach, Califórnia. Depois tocaram em seis paradas da Warped Tour em 2007.

Suas musicas já foram usadas em animes como o 14º encerramento do anime Naruto (com a canção Pinochio) e o 11º encerramento para o anime Bleach (com a canção Tsumaki).

Em tão pouco tempo, esta banda de ska rock tem conseguido muito êxito e popularidade, mas este é apenas o início de sua carreira musical.

Integrantes

Ikasu – Guitarra e vocal

Tae-san – Bateria

Leader – Trombone (de cor rosa)

Saki – Trompete

Moriko – Saxofone

Tomi – Baixo e vocal

http://www.sonymusic.co.jp/Music/Info/Oreskaband/

http://en.wikipedia.org/wiki/Ore_Ska_Band

Mais uma ótima banda. Não se preocupem com o idioma. O som é tão contagiante que o idioma não atrapalha em nada. É muito divertido. Talvez coloque esse artigo no Wikipedia também, pois não achei nada a respeito em português.

Universo Co&Ca – In Keeping Secrets of Silent Earth: 3

Julho 3, 2008

In Keeping Secrets of Silent Earth: 3

The Ring in Return
Passaram-se dez anos que Claudio está dormindo, escondido no calmo planeta Shylos Ten, que é usado como sede de interrogatório da URA. Durante esse tempo, Jesse começa a reconstruir o exército rebelde de Mariah e uma guerra contra URA de Silent Earth.

In Keeping Secrets of Silent Earth: 3
De sua base em Silent Earth, Jesse se juntou ao exército rebelde de Mariah, e seu grupo de IRO-bots,
The Pioneers, se prepara para a guerra contra a URA. Jesse esta comandando seu exército, “Man your battle stations“, quando um dos The Pioneers, Sizer, começa a sentir inveja do afeto de Jesse para com Chase, outra jovem IRO-bot criado por Jesse. Tal como a URA planeja raptar um dos The Pioneers para obter informações sobre Jesse e a rebelião, Sizer contempla os meios para que ele possa ganhar a atenção do Jesse.

Cuts Marked in the March of Men
A batalha já começou entre a URA e a rebelião, os dois lutam furiosamente. Muitos são mortos ou feridos, e, no meio da batalha, Chase é capturada pela URA. Em uma tentativa de ganhar as afeições de Jesse, Sizer dá-se em troca da libertação de Chase. A URA concorda com o negócio e Sizer é levado a Shylos Ten, um calmo planeta onde a URA realiza seus brutais interrogatórios.

Three Evils Embodied in Love and Shadow
Em Shylos Ten, Sizer é torturado e interrogado pela URA na esperança de que ele fale informações que possam ser utilizadas para derrotar a rebelião. A URA usa uma broca para atravessar suas mãos e seu corpo como tortura. Mas percebem que ele não vai falar nada. Seu corpo é descartado nas ruas de Shylos Ten e ele está quase morto. Em algum ponto, Sizer é encontrado por Claudio, Ambellina e Jessé, e ele é reconstruído.

The Crowing
Claudio é despertado de seu sono por Ambellina, um membro dos Prise que é sua guardiã em seu caminho de se tornar The Crowing. Ambellina lhe conta como seus destinos se, e que ele deve erguer-se e cumprir o seu destino. Seu destino, The Crowing, é responsável pelo fim da Keywork como Deus tinha mencionado na profecia. Ele também aprende sobre o destino de sua família, jurando caçar Ryan e procurar a sua vingança.

Blood Red Summer
Jesse conta a Claudio e explicar-lhe os acontecimentos que ocorreram em Hetricus e o significado do seu novo destino, já que Claudio não acreditava em Ambellina. Jesse explica o plano que foi utilizado contra os Kilgannons, a fim de garantir que Wilhelm Ryan continuasse no comando da Keywork e que o seu reinado não fosse ameaçado. Claudio luta com todas as novas informações e, apesar da sua intuição, pergunta o que ele fez para merecer tudo isso.

The Velorium Camper I: Faint of Hearts
Como a tática para entrar e sair em Shylos Ten não tinha sido detectada, o grupo é deixado sem uma nave. Encalhado. Eles recorrem aos serviços de Al, um piloto de um cargueiro, para ajudá-los a sair do planeta, a bordo do seu navio, o Velorium Camper. Ao viajarem, o grupo começa a perceber como Al realmente é. Al tem quase uma obsessão sexual por seu rifle Sniper.

The Velorium Camper II: Backend of Forever
A presença de Ambellina na Velorium Camper atiça as memórias de Al, e ele começa a pensar em relacionamentos passados. Ele começa a criar uma obsessão por Ambellina, que tende a evitar qualquer interação com ele. Ele pensa em alguma situação, alguma coisa, antes que seja totalmente rejeitado por ela, como já tinha sido uma vez.


The Velorium Camper III: Al the Killer
Na nave, Ambellina tropeça em um armário cheio de corpos mortos. Todos eles são garotas brancas, e ela percebe que Al tem uma preferência, chegando a ser uma fantasia, em matá-las. Talvez por causa de seu relacionamento passado, ou simplesmente seja uma fixação, ele gosta de assassiná-las com seu amado sniper(rifle).

A Favor House Atlantic
Al leva o grupo a sede da Ryan,
House Atlantic, e parece estar traindo-lhes, meio que os entregando a URA. Durante o tempo gasto com Ambellina, no entanto, Al desenvolveu uma obsessão por ela. No último minuto, Al tenta ajudar o grupo, dando cobertura e ajudando-os a escapar do tiroteio que ocorreu na chegada, oferecendo seus talentos de atirador. Acreditando que vai ser morto, ele diz a Ambellina, “ Bye bye, beautiful. Don’t bother to write” em seu último ato heróico, para com ela e o grupo.

The Light and The Glass
Depois de escapar de
House Atlantic na nave de Jesse, a Grail Arbor, Claudio consegue dormir e tem sonhos com Newo e seus momentos juntos. Por causa de suas habilidades telepáticas, ele é capaz de vê-la escrevendo cartas para ele. Ele sonha em dizer adeus a ela, e ele imagina o que dirá a ela quando se encontrarem novamente. Seu sonho começa a mudar quando ele lembra que Jesse disse a ele sobre o plano de destruir a sua família.

21:13
O sonho de Claudio continua, caindo na noite de dez anos atrás, que ele queria estar em casa em vez de passar um tempo fora com Newo. Ele revive a experiência de Everything Evil, jurando vingança para si e para sua família.

Universo Co&Ca – The Second Stage Turbine Blade

Junho 27, 2008

The Second Stage Turbine Blade

Time Consumer
Embora a vida esteja pacífica em Hetricus para a família Kilgannon, Coheed muitas vezes tem pesadelos com médicos pondo lâminas seu braço esquerdo. Cambria, sentindo a aflição de Coheed, preocupa-se para ele. Depois de trabalhar um dia, Coheed é abordado por Mayo Deftintwolf, que conta a ele sua vida no passado KBI como Beast. Coheed é informado sobre o vírus Monstar, que ele carrega e que tem a capacidade de acabar com as Estrelas de Sirius. Ele é levado a acreditar que ele passou uma estirpe mutante para seus filhos, chamado Sinstar, que não pode ser controlada e deve ser interrompida. Mayo deixa Coheed com instruções e ferramentas para realizar a tarefa de controlar o Sinstar. Coheed infelizmente vai para casa a dos gêmeos, Matthew e Maria, com esta nova tarefa.

Devil In Jersey City
A cena muda para a periferia de Jersey City, quando Josephine Kilgannon esta dirigindo um carro com Patrick McCormick. Josephine está insegura sobre vou entrar em Jersey City, acreditando que o local é a área de uma gangue conhecida como a Jersey City Devils. Patrick a tranqüiliza dizendo a ela o lugar é deserto. Tendo em mente uma proposta a fazer, Patrick começa a chegar perto de Josie. No entanto, quando começa a beijá-la, eles são atacados pelos Jersey City Devils. Patrick é jogado pra fora e Josephine é violada. Após os Jersey City Devils terem abandonado a cena, Patrick acorda e vê Josephine, que pede para ser levada para casa.

Everything Evil
Claudio Kilgannon, junto com sua namorada Newo Ikkin, percebe que é tarde para o toque de recolher. Newo argumenta que seus pais estão provavelmente dormindo, mas Claudio insiste em ir assim mesmo. Josephine e Patrick chegam à residência Killgannon. Coheed, que está assistindo televisão. Josephine caminha para a cozinha, na pia e vomita. Cambria acorda e anda para vê-la. As duas se abraçam, e Cambria garante que ela esta segura agora. Coheed caminha para o quarto, lutando com o que ele acredita que ele deve fazer. Ele diz para Josephine ir com ele, e ataca ela quando Patrick está caminhando para sua casa. Mais tarde, Claudio volta para casa e encontra Josie no chão da cozinha, e atrás dele um sacerdote emerge de um outro quarto. Vendo isto, Josie diz a ele para correr dizendo: ” Dear Claudio, you’ll make it if you believe “.

Delerium Trigger
Depois de ser capturado e sedado por Mayo Deftinwolf e um grupo de soldados, Coheed e Cambria são transportados para Paris: Earth a bordo do Gloria vel Vessa, uma nave do Red Army. A tripulação do Gloria sente-se segura enquanto Coheed e Cambria estão contidos em suas câmaras de isolamento, mas o casal as quebra. Após ter recordado as suas competências, Coheed utiliza as lâminas em seu braço esquerdo para matar os soldados e Cambria usa seus poderes de telecinese para subjugar outros. Eles lutam ate chegar a sala de comando do Gloria e comandar o navio, capturando o Capitão, Larry, e o Navigador, Norris, como reféns. Durante o seu tempo no Gloria, Coheed começa a sentir os efeitos do Monstar.

Hearshot Kid Disaster
Com Coheed e Cambria no comando, o Gloria tem um problema e entra em colisão em Paris: Earth. Na tentativa de salvar seu plano independentemente, a URA protege Coheed e uma libélula o pica, iniciando a reação do Monstar. Após procurar por Cambria, temendo que ela esteja seriamente ferida, Coheed olha em seus olhos, acionando assim o Monstar. Ele torna-se um ser muito violento, fazendo com que seu poder acabe com a Estrela de Sirius que sustentava o Setor 12, na Keywork, desalinhando ele e todos os seus planetas. Depois de perder sua conexão de sustentabilidade, Paris: Earth torna-se Silent Earth.

33
Depois de assistir a eventos que aconteceram em Everything Evil, Patrick foge para um bar que ele conhece, em busca de um velho amigo para poder obter uma arma. Desconhecido para ele, um Onstantine Priest esta o procurando. Onstantine Priest encontra o bar e, depois de matar alguns fregueses, vai atrás de Patrick. Ele foge, e tenta chamar a polícia para ajudar, mas é finalmente capturado. Entretanto, na Dil Ariuth IX, Jesse recebe informações sobre a captura de Coheed e Cambria, e pilota uma nave para perseguir o Gloria vel Vessa.

Junesong Provision
Depois que fogem de casa em Everything Evil, Claudio decide que ele tem de abandonar Hetricus, e Newo, a fim de mantê-la a salvo de qualquer coisa que aconteça a ele. Ele visita sua casa e vigia o sono dela por um tempo, dizendo mentalmente um adeus a ela e pegando foto para guardar junto dele. Ele embarca no Guile Griever, uma nave destruída e mal acabada, e deixa para Hetricus. Entretanto, ele esta a caminho de Paris: Earth, o Gloria vel Vessa já entrou em dificuldades e Coheed e Cambria receiam que a nave pode quebrar.

Neverender
Como o Guile Griever voa longe, Claudio deseja ver seus pais mais uma última vez e escreve-lhes uma nota se desculpando, por ter desobedecido eles. Esperando que eles estejam vivos, deseja que algum dia eles possam lê-lo e compreender que ele os deixou, mas sempre os amara. Contemplando o seu iminente suicídio, ele decide ir contra ele, e está determinado a fazer alguma coisa sobre os trágicos acontecimentos de sua família.

Godsend Conspirator
Enquanto isso, Ryan detecta a ameaça de Mariah e seu exército rebelde. Ela é a primeira verdadeira ameaça significativa para o seu poder desde a Guerra dos Mages, de modo que ele envia Mayo para cuidar dela.

Tatuagens Japonesas – Jinki

Junho 24, 2008

Besta Espiritual: Jinki

Jinki é uma tartaruga com orelhas, adorado em muitos santuários como mensageiro de Deus.

A tartaruga é considerada como uma das quatro misteriosas bestas espirituais, juntamente com Rin, Hou, e Ryu.

Há muitos aspectos aos poderes sobrenaturais, que as tartarugas espirituais possuem, a primeira é a capacidade de prever o futuro.

A tartaruga é também um símbolo de perseverança e Minogame, a alga verde em suas costas, é muito travessa.

Frozen Pain – Vale a Pena Ouvir!

Junho 23, 2008

Confesso que não sabia o que esperar ao ir ao show da Frozen Pain, banda do meu amigo Shinji Sakai. Após 1 ano e meio de serviço juntos, sempre conversávamos sobre música, e no período, a Frozen andava um tanto quanto parada. Admito que nunca fui apreciador do estilo das bandas que ele me mostrava, e vice-versa. Mas aquele serviço me fez abrir a mente, musicalmente falando. No ultimo sábado eu fui conferir, finalmente, o seu show no Undervale Metal.

O som da Frozen Pain é extremamente complexo e técnico. Com bases cadenciadas e mudanças de tempos inesperadas, os músicos mostram todo o seu virtuosismo em músicas longas, mas nem um pouco cansativas. Com algumas introduções melancólicas, porém logo caindo para a insanidade do peso, o trio de cordas viaja em muitos riffs pra lá de psicodélicos e bases extremamente pesadas e sombrias. As baquetas não mostram perdão para as peles e pratos, trazendo uma agressividade, que até então, eu nunca tinha visto ao vivo. O vocal, rasgado e furioso, combina perfeitamente com a sonoridade do grupo, complementando toda a brutalidade cunhada pelos músicos. Infelizmente, notei a desunião do publico metal em geral, uma pena, onde todos deveriam se apoiar e incentivar cada vez mais o trabalho de bandas sérias da região, como é o caso da Frozen Pain.

Achei que o show teve uma qualidade muito superior do que os de bandas locais em geral. Todos os integrantes são muito competentes, executando de forma precisa e segura suas músicas. Acredito que esse som faria bastante sucesso na Europa, onde o estilo é bem valorizado e há muito apoio por parte do público. É uma pena que os fãs brasileiros apreciem apenas o novo e o comercial, pois a banda é altamente profissional e de muito bom gosto.

Faça como eu e conheça a banda. Pra quem curte um metal mais pesado, vale a pena conhecer. Eu não me decepcionei.

http://www.frozenpain.com/
http://www.myspace.com/frozenpainmetal

Resenha com a colaboração de Ricardo Lagarto, que também estava presente no show, e como eu, curtiu muito o show.

Sinopses de cada álbum – Coheed and Cambria

Junho 15, 2008

Enquanto não trago a história música por música, adianto aqui, a idéia que cada albúm representa na história! Aguardem o post da história faixa por faixa que vai ser legal!

O conceito por trás dos álbuns do Coheed and Cambria é intitulado: “The Bag.On.Line Adventures” e é composta de 5 historias:  “The Second Stage Turbine Blade”, “In Keeping Secrets of Silent Earth: 3”, “Good Apollo, I’m Burning Star IV, Vol 1 e 2”  e “The Bag.on.line Adventures of Coheed and Cambria”.

Cada história representa um álbum de mesmo nome.

A história gira em torno da família Kilgannon Família: Coheed e Cambria Kilgannon e seus quatro filhos – Matthew, Maria, Josephine e Claudio, alem de Jesse(Inferno), irmão de Coheed.

Coheed e Cambria têm um vírus mortal (Monstar) implantado em cada um deles, caso seja liberado, toda a força de energia (Keywork) para a civilização será destruída. Ainda pior, eles são levados a crer que o vírus geneticamente passou para seus filhos, quando na verdade, eles possuem um ainda mais poderoso (Sinstar), que não tem antídoto e até mesmo, traz conseqüências graves para Heaven`s Fence.

As historias são divididas nos álbuns dessa forma:

The Second Stage Turbine Blade

Coheed e Cambria são usados como peça central para permitir que o Supremo Tri-Mage Wilhelm Ryan tente destruir seu rival Mage, Mariah Antillarea.

Após suas memória serem trocadas anos atrás, o casal crê que sua antiga vida voltará a assombrá-los. O General Deftinwolf Mayo (braço direito de Ryan) disse-lhes, que eles possuem uma grande ameaça para a Heaven’s Fence, o vírus Monstar. Um vírus com a capacidade de transformar o seu hospedeiro (Coheed) em um ser poderoso o suficiente para drenar o Keywork ate causar toda a destruição, enquanto que a seu velho companheiro, Jesse foi dado o único meio para pará-lo.

Através de mais mentiras, eles crêem que seus filhos tenham o Sinstar. Este novo vírus apenas aguarda seu hospedeiro ter uma certa idade para começar a agir, e não tem nenhum antídoto, ao contrário do Monstar. Os seus filhos não podem ser salvos e o tempo não esta ao lado deles. Coheed e Cambria estão de frente com um dilema: assassinar os seus próprios filhos ou enfrentar o iminente Armageddon.

In Keeping Secrets of Silent Earth: 3

Dez anos depois de “… Turbine Blade”, o filho Claudio surge de Shylos Ten, um calmo planeta de Heaven`s Fence, onde o URA desempenha seus brutais interrogatórios e detenções. Ao descobrir que toda sua família foi assassinada, Claudio inicia a sua busca por vingança. Seus inimigos, Wilhelm Ryan e Mayo Detinwolf sentem de que ele ainda está vivo e que possui poderes especiais. Eles sabem que precisam dete-lo antes que eles se confrontem. Entretanto, Inferno, vai de frente ao URA ( “Man your Battlestations”), a fim de buscar o mesmo tipo de vingança.

Claudio se junta com Ambellina, a Prise que forçou a ser sua guia. Junto de Sizer, um IRO-Bot, que procura Inferno para encontrar respostas sobre sua família que esta morta. Mas seus planos sofrem uma mudança inesperada, em uma nave chamada Velourium Camper, e um piloto chamado Al.

Good Apollo, I’m Burning Star IV, Vol 1: From Fear Through the Eyes of Madness

“Good Apollo…” comeca onde “IKSSE: 3″ termina. Desta vez, os acontecimentos adversos na vida do escritor (Writer),fora da historia, afetam o resultado do seu trabalho. Através da enganadora Miss Erica Court, antigo amor do escritor, Claudio (the Writer) é levado à beira da loucura quando uma de suas visões, uma bicicleta possuída (Ten Speed), o convence de que a paz só retornará com a morte do personagem que é baseado em seu antigo amor, Ambellina.

Ambellina acaba de receber uma proposta de Jesse, uma oportunidade de morar em Kalline, cidade vizinha a House Atlantic, e sua chance de desvendar o The Crowing. Claudio (The Character) passa um tempo acreditando que ele é a criatura mística, que dizem que ele é.

Good Apollo, I’m Burning Star IV, Vol 2: No World for Tomorrow

“No World…” ainda esta em processo de interpretação pelos fãs.

Universo Coheed and Cambria

Junho 5, 2008

Pra quem é fã ou quer/irá se tornar um, é sempre bom entender o que as letras dizem. Eu nunca saquei muito do que eles estavam falando, até começar a traduzir a história em si. Enfim, toda a história pode ser encontrada em inglês aqui. Mas tentei deixar a tradução o mais correta possível. Se você manja da história, e não concorda com algum ponto, me avise que eu faço a modificação, desde que seja coerente. Agradecendo aqui, a ajuda do Pedro e do Gus na tradução/adaptação.

Introdução


No princípio, Deus criou três espécies: os Homens, os Mages e os Prises. Eles foram colocados no universo conhecido como Heaven’s Fence. Heaven’s Fence era composta por 78 planetas alinhados de forma triangular dividida em 12 setores. A cada setor foi dado um planeta principal com mais cinco planetas (com exceção dos setores 7 e 12, que tinham oito planetas seguidores). Para que Heaven’s Fence existisse era necessário um método preciso de distribuição de energia, fornecida para cada planeta em igual quantidade de elementos essenciais necessários para sustentar vida, conhecida como Keywork. Ela era composta de visíveis feixes de luz, que conecta todos os indivíduos do planeta, fornecidas pelo poder de sete estrelas, transformadoras, conhecidas como Estrelas de Sirius. Sirius Amory, pesquisador e astrônomo das Estrelas, descobriu que elas poderiam produzir elementos essenciais necessários para abrigar vida entre os planetas e assegurar a sua imobilidade (desde que lhes permiti-se a órbita ao redor do feixe).

Quando Deus colocou todas as três espécies em Heaven’s Fence e permitiu-lhes viver, deixou-os com regras específicas. Os Prises iriam olhar pelos Mages, e os Mages iriam governar em prol dos Homens. Dessa forma, todos poderiam viver de forma pacífica e harmoniosa. Caso o equilíbrio fosse interrompido, os Prises teriam a responsabilidade de restabelecer a ordem. Ele deixou um enigma a ser seguido pelo Prises:

“Se o Homem decidir atrapalhar meus negócios, o guardião deve intervir. Mas, se me ver diante de mudar a face do Homem e vocês me desafiarem, voltarei com as Estrelas e destruirei tudo o que criei. Se eu ou o Homem pressentirmos o perigo, vocês não serão avisados sobre minha chegada”.

Ao longo do tempo, os Mages tornaram-se gananciosos e inquietos. Wilhelm Ryan, um dos doze Mages enviados para governar com compaixão e justiça, decididiu derrubar seus colegas Mages e assumir os seus setores. Ele ordenou que Mayo Detinwolf, futuro Chefe Geral da URA, ocupa-se o território vizinho e derruba -se seu líder , o Mage Covent Marth. Imediatamente Marth e seus colegas Mages exigiram que Ryan retirasse suas forças, mas Ryan então, executou Marth, dando inicio a Guerra dos Mages. No final da guerra, Ryan estava no controle de três setores e era conhecido como Supremo Tri-Mage Ryan. Ryan escravizou o Homem para si próprio, criando o Exército Vermelho Unido (URA), que ele usou para infringir uma regra tirânica ao longo de todo o Keywork. Ele não usou os Homens apenas como ferramenta, mas como combustível para o Keywork prendendo as almas dos que morriam nas Estrelas. Com a criação do URA, Ryan nomeou seu segurança-cyborg Mayo Detinwolf como Chefe Geral, e capturou os 8 Mages restantes, transformando-os em Sacerdotes Onstantine. Descritos como cegos e sedentos por sangue, os Sacerdotes são os impiedosos carrascos de Ryan.

Depois de anos sob o impiedoso punho de ferro de Ryan, um dos maiores cientistas dos Homens, Dr. Leonard Hohenberger, teve um plano. Sem as bênçãos de um Mage ou Prise, Dr. Hohenberger trabalhou em segredo para criar o primeiro IRO-bot. Oficialmente conhecido como Interceptive Recon Operative Bots, eles são cyborgs que podem agir, sentir, e pensar como seres humanos, mas possuem habilidades sobre-humanas. Ele criou uma equipe conhecida como K.B.I., composta de Cambria(Knowledge), Coheed(Beast), e Jessé(Inferno). Cada um com seus próprios talentos, eles foram implantados com a missão de eliminar Ryan do poder. Antes de executar seu plano contra o Supremo Tri-Mage Ryan Wilhelm, Dr. Hohenberger foi enquadrado por acusações de vínculos com uma organização terrorista, “Aetna Six”, sendo então assassinado. Antes de sua morte, ele implantou novas memórias em Coheed e Cambria e disse-lhes para se esconderem. O médico deixou Jesse intocado e disse-lhe para desaparecer, presumivelmente na esperança de que um dia ele completaria sua missão.

Anos se passaram, e a espera por uma solução para o regime de Ryan começou a desabar. Os Prises começaram a sentir que tinham falhado com Deus e que o enigma que foi deixado a eles iria ser realizado. No entanto, dentro do Setor 12, na capital do planeta Paris: Earth, um segredo para os Homens opressores começou a aparecer. Mariah Antillarea, uma Mage que se supõe ter nascido através de Imaculada Concepção, é considerada por seguidores de ser a solução para o mal da tirania de Ryan. Seguidores que se referem a ela como “O Messias”, marcados entre os seus dedos indicador e polegar, sobre a palma de suas mãos, com um “M” em duas linhas traçadas na diagonal para mostrar que eram membros da Rebelião de Mariah. Um sopro de esperança se espalhava por meio da corrida dos Homens, e rapidamente Mariah tem um exército rebelde para lutar contra a URA. Isso marcaria o início uma nova guerra.

Continua em um outro post. Aguardem.

Coheed and Cambria

Junho 5, 2008

Continuando a seção de “bandas que deveriam ser mais conhecidas pelo público brasileiro”.

Uma dica pra você que vai ouvir: vá sem preconceito e disposto. Muita gente não acha muito legal a voz, mas depois de um tempo, você percebe que ela destrói. E só a nível de curiosidade, quem canta, é o cabeludo aí! hahahahah não se assuste!

Coheed and Cambria

Seria difícil encontrar uma banda com tamanho âmbito artístico como Coheed and Cambria. Ao longo de seis anos e quatro álbuns inovadores, o quarteto de New York (Claudio Sanchez – vocais e guitarra; Travis Stever – guitarra; Michael Todd – baixo; Chris Pennie – bateria) tem desenvolvido rock clássico com grande sensibilidade pop e musicalidade um tanto quanto progressiva. Simultaneamente, através de suas letras e quadrinhos, Sanchez criou um universo alternativo épico chamado The Amory Wars, que ganha cada vez mais profundidade e complexidade a cada lançamento (editorial ou musical).

Formado em 2001, Coheed and Cambria entrou como um turbilhão nas portas do indie-rock com o lançamento do seu primeiro álbum, The Second Stage Turbine Blade. Com uma interminável turnê e canções como “Delirium Trigger” e “Devil in Jersey City”, a banda desenvolveu rapidamente uma base de fãs.

Voltando em 2003 com In Keeping Secrets of Silent Earth: 3, a banda ganhou ouro da RIAA devido à intensa turnê e os hits “Blood Red Summer” e “A Favor House Atlantic”. A banda agora contava com a forca das rádios, imprensa e MTV, alem de seus fanáticos fãs.

Em 2005 com Good Apollo, I’m Burning Star IV, Volume One: From Fear Through The Eyes Of Madness, primeiro cd pela major Columbia Records, chegaram ao #7 Top 200 da Billboard. Foram aclamados pelos críticos com o titulo de “Maiores Álbuns de Guitarra de Todos os Tempos”, sendo também indicado a “Álbum do Ano” pela Guitar World. Com canções como “Welcome Home,” e “The Suffering” combinadas com faixas pesadas e poderosas e uma boa presença ao vivo, a garantiu o seu status perante o mundo.

No World For Tomorrow nasceu da enorme incerteza. Em junho de 2006, o baterista Josh Eppard e baixista Michael Todd deixariam a banda. Felizmente, com muita insegurança quanto ao futuro, Sanchez e Stever decidiram manter a banda juntos e fazer um novo registro. Todd regressava como baixista e o produtor Nick Raskulinecz (Foo Fighters, Rush, Stone Sour) trouxe Taylor Hawkins(Foo Fighters) para gravar as baquetas de NWFT. “Taylor foi uma criativa e poderosa força dentro do estúdio”, comentou Sanchez. “Sua personalidade surpreendente foi o reforço positivo que precisávamos para ir em frente”.

A linha de Nietzsche, “O que não nos mata, torna-nos mais fortes”, poderia ter sido cunhado para esta situação. Depois de tudo Sanchez, Stever e Todd estavam entregues ao álbum de suas vidas. Musicalmente, em NWFT, Sanchez mostra sua uma evolução como compositor e é aparente a experimentação em termos de experimentação e uma abertura para uma ampla gama de instrumentos.

O primeiro single, “The Running Free”, é cheio de mudanças rítmicas e melódicas com seu riff-1-nota e guitarras pesadas. “Feathers” é facilmente o melhor pop-rock-hit da banda, só ouvindo pra entender. O mais novo single “Gravemakers & Gunslingers,” é uma das melhores faixas em termos de guitarra do Coheed, sendo a mais energética e metal do álbum. Finalizando o registro, “On The Brink” trás de volta a pesada jam-session de guitarras, já experimentada em “The Final Cut” no álbum anterior, finalizando perfeitamente o Volume IV.

Apesar do desolador titulo de No World For Tomorrow, Sanchez insiste que no final, o álbum é sobre a esperança e a capacidade de perseverar sob a adversidade. “O álbum é chamado de No World For Tomorrow e sim, é o fim da história e todos morrem. Porem como tudo um dia termina, existe também sempre um novo começo, e para o Coheed como banda, não poderíamos deixar de nos sentir da mesma forma”.

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